Os direitos decorrentes de uma união estável, tanto em seus aspectos pessoais quanto nos econômicos, envolve a necessária reflexão sobre os limites e a diferenciação do namoro, já que aí está presente também o saudável ingrediente sexual. Às famílias paralelas ou simultâneas devem-se atribuir direitos? Quem vive tais relações estaria escolhendo um caminho à margem do direito e quebrando o principio da monogamia? A sucessão hereditária do companheiro pode, ou deve, ser equiparada à do cônjuge? Essas são algumas das tormentosas questões desse ramo do direito que emergem quando os restos do amor vão parar na justiça e que abordamos nesta obra.

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