(…) A “dependência” econômica, nas palavras de Rodrigo da Cunha Pereira “É um forte elemento caracterizador da união estável. O sustento de um ao outro, certamente, é um robusto sinal de que ali tem-se um núcleo familiar”. Este é só mais um dos sinais do companheirismo existentes entre as partes, sendo um dos fortes indicativos ...
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Entrevista para a Revista Crescer Por Vanessa Lima Embora não exista uma idade mínima para decidir sozinho, a opinião do adolescente ganha peso a partir dos 12 anos e pode até ser determinante, dependendo do caso. Especialista explica Quando os pais se separam, uma das dúvidas mais comuns é: com quantos anos o adolescente pode ...
O Código Civil em vigor no Brasil data de 2002. Devido às grandes mudanças ocorridas nas relações sociais e familiares nas últimas décadas, está em discussão no Senado um projeto de reforma do código que busca tirar do atraso os dispositivos referentes à família (PL 4/2025). Entre as novidades dessa ampla modernização, estão os divórcios ...
Menina de 12 anos está sob os cuidados do pai após decisão judicial. Especialista explica o que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Por Ana Carolina Ferreira, Camila Falabela, Leonardo Milagres, g1 Minas — Belo Horizonte Leia a matéria completa no G1 A adolescente de 12 anos vítima em um caso de ...
Fonte: Assessoria de Comunicação do IBDFAM (com informações do ConJur) A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia – TJBA decidiu que a dedicação exclusiva da mãe aos cuidados da filha deve ser considerada como trabalho para fins de fixação da pensão alimentícia. Por unanimidade, o colegiado aumentou o valor da pensão de ...
O Superior Tribunal de Justiça – STJ reafirmou a possibilidade de reconhecimento de paternidade mesmo décadas após a morte do suposto genitor. Por unanimidade, a Terceira Turma manteve decisão que declarou a filiação com base em exame de DNA realizado com irmãos do investigado e em provas testemunhais, em ação ajuizada 20 anos após o ...
Fonte: Assessoria de Comunicação do IBDFAM (com informações do Migalhas) A 1ª Câmara Especial Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul – TJRS decidiu manter sentença que afastou um pai da sucessão do filho falecido. A decisão unânime reconheceu a indignidade em razão de abandono material e afetivo. A ação foi ajuizada ...
Fonte: Assessoria de Comunicação do IBDFAM (com informações do ConJur) A 4ª Vara da Família e das Sucessões de São José do Rio Preto, em São Paulo, deferiu o cumprimento de prisão civil em regime domiciliar, com tornozeleira eletrônica, a uma mulher que deixou de pagar pensão alimentícia. O entendimento é de que a prisão ...
Artigo publicado no Conjur O Direito das Famílias e Sucessões está cada vez mais contratualizado. Isto é resultado da evolução e valorização da autonomia privada, que por sua vez, vem em consequência do reconhecimento do sujeito de Direito como sujeito de desejos. E a consideração do desejo de cada um está diretamente conectado ao respeito, ...
Fonte: Boletim AASP Foi sancionada recentemente a Lei nº 15.240/2025, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e reconhece oficialmente o abandono afetivo de crianças e adolescentes como ato ilícito civil, passível de indenização. Os novos §§ 2º e 3º do art. 4º do ECA estabelecem que cabe aos pais prestar e ...